Viagens


By in setembro 28, 2015 • Filed in: Batchan, Viagens, Video, Vlog

Quem me conhece sabe que sou alucinada por viagens de navio, já fiz seis e estou sempre planejando ou sonhando com o próximo. Sou super fã dos navios da Royal Caribbean, pois são mais luxuosos, além de oferecerem comidas e serviços melhores.

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tsuyami yaemi

Em Abril, levamos a nossa Batchan para curtir 5 dias a bordo do Splendour of the seas. É uma ótima viagem para fazer com ela, uma senhora de 84 anos, pois tem comida a vontade e paz. Tudo que nossa vózinha deseja: comer e dormir.

Além disso, temos ótimas opções para darmos uma escapadinha e nos divertimos enquanto a véia dorme. Enfim, o tipo de viagem perfeita para qualquer idade e vontade: descansar ou curtir.

royal caribbean

Nunca tínhamos pego uma cabine tão boa, sempre optamos pela mais podreira, pelo simples fato de: Não vamos ficar na cabine. Dessa vez, nos demos ao luxo, pois queríamos pegar um cruzeiro que fosse para Buenos Aires, como demoramos para fechar e em cima da hora, estava um absurdo de caro, tivemos de optar por um que navegasse por aqui mesmo.

O roteiros sempre são iguais, já tínhamos feito o mesmo duas vezes com a Batchan… Então resolvemos arregaçar na cabine para ser o grande diferencial da viagem, já que tanto o navio quanto o roteiro não seriam novidade.

tsuyami cruzeiro

Genteeeeeeeeeee, que maravilha de cabine! Fica nos andares mais altos, bastava subir uma escada que dávamos de cara com o restaurante principal, o banheiro era lindo, o quarto imenso, a varanda, maravilhosa. Nos divertimos muito a a Batchan sempre queria ficar na cabine descansando, pedia pra gente levar comida, de tanto que ela curtiu.

cecilia yaemi

Pedimos café da manhã duas vezes na cabine, todos os cruzeiros oferecem esse serviço sem nenhum custo adicional, basta escolher o que deseja e deixar na porta até determinado horário do dia anterior.

splendour of the seas batham

Foi a última viagem do Splendour Of The Seas antes de fazer a travessia de volta e ser vendido.

Descobri conversando com algumas pessoas da tripulação que todos os cruzeiros da Royal, quando ficam velhos, são adquiridos pela Pullmantur e reformados. Não achei nada a respeito pelo Google, mas foi informação que me deram lá dentro.

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tsuyami

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royal caribbeaan

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Já ouvi algumas pessoas falando que não curtem comida de navio. Eu acho que quem não curte, se encaixa em alguma categoria: Pessoa chata pau no cu frescurenta pobre metida a rica e/ou Escolheu algum navio zuado. Na Royal, as refeições sempre são maravilhosas e com bastante opção (opinião de quem já fez 5 cruzeiros na cia). Tem água, suco, chás e cafés a vontade, também tem sorvete a vontade na piscina. Só os refrigerantes e alcoólicos que tem de pagar a parte ou fechar pacote especial.

Já viajei de MSC também e a comida não foi ruim, mas confesso que não chegou nem preto da Royal e as opções de bebidas e comidas no decorrer do dia (exceto almoço e jantar) eram bem fracas.

comida royal caribbean

No teatro do Navio:

cecilia yaemi

Obriguei a Batchan a fazer o #TsuyamiMorrida, hahaa:

tsuyami morrida

splendour of the seas

Algumas informações sobre o Splendour:
– 264 metros de comprimento,  32 m de largura.

– Possui 915 cabines, capacidade para 2074 passageiros e 761 tripulantes.

– Quatro jacuzzis, um solarium, parede de escalada, campo de golfe com 18 buracos, circuito de jogging e tela de cinema ao lado da piscina.

– Foi inaugurado em 1996.assintsuy





By in setembro 23, 2015 • Filed in: Viagens

Um país que eu tinha muita vontade de conhecer, era a Eslováquia, que faz fronteira com a HungriaÁustria.

Primeiro pq sou viciada em filmes de terror e o país é cenário de um dos melhores: O Albergue. Segundo pq é um destino não muito comum, eu por exemplo, só conhecia uma pessoa que havia ido, esse detalhe já me dá um tchan a mais, haha.

Desde quando assisti ao filme, não tirei esse país da minha cabeça, eu sempre pensava que seria um ótimo lugar para conhecer, por ser super diferente… Então quando começamos a planejar nosso mochilão, há cerca de um ano, eu fiz questão de que a cidade de Bratislava estivesse no roteiro, o que não foi nenhum problema, já que três das quatro pessoas que estavam na viagem também são alucinadas pelo filme.

Pegamos o trem de Viena e demoramos cerca de 1:30 para chegar em Bratislava. A passagem foi comprada do Brasil, são aquelas que te dão direito de ir para os quatro países (Hungria, Republica Tcheca, Áustria e Eslováquia). Quem faz mochilão pelo leste europeu, sempre compra essa passagem e conhece todos esses países exceto pela Eslováquia. Muito mochileiros optam por pular esse país, simplesmente pq nunca ouviram falar ou se ouviram falar, foi muito mal.

A cidade é muito mal preparada para receber turistas, não há boa sinalização indicando onde é o centro turístico, então se perder por lá é super fácil. Eu e meus amigos somos super pangas, então pra gente se perder é comum, mas se perder por vários quilômetros e por cerca de 5 horas é exagero. E sim, nos perdemos isso.

Era impossível nos encontrarmos no mapa, já que as ruas não são sinalizadas e não dava para pedir ajuda, pois ninguém fala inglês.

Se perder não é nada legal, mas na nossa situação foi super vantajoso, pelo menos eu enxerguei dessa forma. Conhecemos uma Bratislava que não é nada turística e certamente, poucos turistas brasileiros se meteram nos bairros que fomos. Conhecemos como os eslovacos vivem, suas casas e não apenas alguns quarteirões de centro turístico onde vemos apenas “uma fantasia”.

Nas duas fotos abaixo, ainda estávamos perdidos pela parte nada turística de Bratislava.

Eu tirei pouquíssimas fotos enquanto estávamos perdidos, mas no vídeo, dá para ver direitinho como é, pois fiz questão de registrar quase todos os momentos.

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Abaixo, uma foto da estação de trem toda pichada e grafitada, a parte dos grafites é muito bonita, rendeu belas fotos. Mas na maior parte da estação e da própria cidade, o que domina são as pichações mesmo. Fácil para os olhos de quem mora no Brasil e está acostumado com essa porqueira.

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Quando chegamos ao centro turístico, tivemos uma grande surpresa, tudo era muito lindo, dava vontade de ficar horas por lá, mas tivemos de ver tudo correndo para não perdemos o trem.

Então, a minha dica para qualquer pessoa que for pra lá, é a de passar um dia e uma noite, para poder curtir tudo tranquilamente e até pegar uma baladinha. Saímos de lá no final da tarde e morremos de vontade de ficar algum pub ou bar.

Bratislava Eslovaquia

A língua falada é o Eslovacohúngaro e tcheco (WTF?). A moeda é o euro.

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Como eu disse no começo do post, fomos de trem, pois já tínhamos as passagens compradas do Brasil. Mas pesquisando pela internet, há várias pessoas que optam pelo avião… Se sair de Budapeste, por exemplo, irá conseguir valores super baixos nas cias Low Cost. Vi o relato de uma mulher que foi de busão partindo de Viena por conta do Wi-fi gratuito oferecido. Enfim, se você estiver em Viena ou Budapeste, não faltarão opções para chegar na Eslováquia.

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Há várias estátuas espalhadas pela cidade, todo mundo tirava fotos, então a gente quis tirar também. São muitas mesmo e já viraram atração turística, com fila e tudo para poder clicar com a sua máquina.

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Algumas pequenas ruas vazias no meio do nada… Uma beleza sem tamanho, eu ficava de boca aberta em muitas delas:

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Gente, não comemos em nenhum restaurante do centro histórico, que tristeza. =(

Enquanto estávamos perdidos e achávamos que não encontraríamos nada de interessante na cidade, resolvemos entrar num shopping e fazer muitas coisas por lá: comer, ir ao banheiro, usar a internet e acabamos perdemos mais de uma hora nisso, pois tínhamos certeza que nosso dia não seria muito melhor que aquilo.

Quando chegamos no tão charmoso centro histórico, tivemos de correr, tirar fotos, comprar souvernirs e fim. Afinal, tínhamos um trem para pegar. =(

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A estação de trem, vamos concordar que é igualzinho a estação que a japa se joga no final do filme “O Albergue“, hahaha.

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É isso, espero que tenham curtido o meu relato, as fotos e o vídeo.

Super beijo,assintsuy





By in setembro 11, 2015 • Filed in: Carolina Tsuyami, Look do dia, Viagens

Oiiiii, meninas. Tudo bem?? Hoje estou aqui para mostrar os looks que usei na minha viagem estilo mochilão. Confesso que essa foi a parte mais difícil e estressante. É ruim demais ter espaço limitado quando queremos ficar linda nas fotos, haha.

Me estressei quando eu estava pensando no que levar, me estressei enquanto escolhia as roupas, me estressei na viagem… Tudo pq eu sempre achava que estava feia. Eu não saio de noite sem salto, nem que a vaca tussa, mas tive de sair. Usei até a combinação saia e tênis, que com a graça de deus, eu não fotografei, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu sou super baixinha e roliça, a falta de salto me deixa mais achatada ainda. Mas ok, eu superei, sobrevivi, me virei como pude e mostro aqui os looks que usei. Espero servir de inspiração pra quem queira fazer o mesmo estilo de viagem.

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Definitivamente, o look que mais usei foi shorts com regata. Estava calor, shorts sempre é super confortável e combina muito bem com tênis. A regata vai evitar que você fique com aquelas marcas de sol no braço formando uma manga imaginária.

Eu só variava mesmo o óculos de sol (levei três).

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Levei apenas um sutiã e ele foi preto por questão de inteligência, eu não tenho problema nenhum em usar regatas claras com sutiãs escuros aparecendo, aliás, eu até gosto. Acho que fica bonito.

O coque alto também dava uma incrementada no look quando era impossível ficar com cabelo solto por conta do calor.

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Levei apenas um vestido que usei para sair de balada e para passear de dia quando não precisamos carregar a mochila, afinal, vestido e mochila não é uma combinação muito interessante. =P

Amei ter levado esse vestido, pois me sinto super bem com ele e quase não ocupou espaço na mochila. Por mais que a gente tenha de economizar de espaço, acho fundamental levar alguma peça que você morra de amores. Sempre vale a pena sair muito bem nas fotos, ainda mais quando são em locais que as chances de você voltar são quase nulas.

Roupa mochilão

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Eu levei uma camiseta do Brasil, pois eu sempre me imaginei fazendo o mochilão assim. E olha, foi super legal, recomendo que qualquer brasileiro compre uma camiseta do país antes do mochilão. Nos albergues e baladas fica super fácil das pessoas virem falar contigo, puxar assunto, conversamos com muita gente e muito assunto começou por causa da nossa nacionalidade.

Aliás, vou contar um fato engraçado. Durante os 15 dias de viagem, só vimos duas pessoas vestindo Brasil, ambas em baladas de Budapeste. Uma delas estava com a bandeira no Brasil nas costas, e a outra, estava com a camiseta da seleção. Fomos correndo tentar fazer amizade e adivinhem, nenhum dos dois eram brasileiros, hahahhaha.

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Usei a camiseta para passear por Bratislava, combinei ela com um shorts e tênis. Eu sempre amarrava a blusa na cintura, pois na minha opinião, fica muito legal, deixa o visual mais despojado e é uma forma de mudarmos um pouco o nosso look já que temos poucas opções de combinações.

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Usei a camiseta para sair de dia e de noite, combinou em qualquer situação. De noite, usei com uma sainha preta, sapatilhas e a única bolsinha que levei, cor de laranja. De pulseiras, as únicas que levei, as duas Lifes da Vivara, pois acho que combinam com tudo.

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Olha a jaqueta ai amarrada na cintura de novo. \o/

A sacolinha da Forever 21 foram as únicas compras que fiz durante toda a viagem e comprei somente algumas coisas que eu estava necessitando.

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Umas das coisas que comprei na Forever 21, foi essa jaqueta que está onde? Amarrada na minha cintura! kkkkkkkkkkkkkkk O Brad Pitt curtiu.

mochileira

Abaixo, eu usando o mesmo look, só mudei o tênis, já que levei dois, o óculos e tal da jaqueta na cintura.

mochileira

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Imagina uma pessoa que ficou tão alucinada em amarrar a blusa que fez isso até vestindo saia para sair de balada. O pior? Amei! Hahaha.

mochileira

É isso, meninas. Espero que o post tenha sido útil.

Aproveitem e assistam o post onde mostro tudo que levei dentro da mochila.

Super beijo.

assintsuy





By in setembro 9, 2015 • Filed in: Carolina Tsuyami, Viagens

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Oiiii, meninas. Tudo bem?

Hoje resolvi mostrar algumas fotos do meu dia em Paraty/RJ, no sábado do feriado prolongado. Fomos para Ubatuba e como é rapidinho até a cidade carioca, resolvemos ir lá almoçar e passar algumas horinhas.

Eu já havia ido duas vezes para a cidade, no mesmo esquema de passar apenas algumas horas. Uma das vezes, foi uma parada de um cruzeiro e na outra, fui acompanhar meu marido a trabalho.

A cidade é bem simpática, mas só conheço essa parte do centro histórico mesmo, nunca fui para as praias ou algo do tipo. É bem ruim de andar por lá, levei uns escorregões. O melhor calçado para ir, na minha opinião, são chinelos ou tênis. Dessa vez, fui de rasteirinha e achei muito liso. Estava molhado por causa da chuva e abri uns “espacates” que quase me mataram.

paraty rio de janeiro

As construções do centro histórico são muito lindas.

paraty tsuyami

tsuyami paraty

É muito interessante como a gente pode ir diversas vezes para o mesmo lugar, mas além da experiência ser diferente, parece que também vemos novas coisas ou com outros olhos. Fiquei encantada por essa árvore de primavera com os barcos ao fundo. Fiquei muitos minutos por lá tirando fotos.

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tsuyami paraty

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No centro histórico, tem muitas paisagens lindas, não são só as construções antigas que chamam a atenção.

carolina e daniel

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O restaurante que almoçamos foi o Dona Ondina, que fica a beira do rio. Eu já havia outra vez e tinha me apaixonado, eu não via a hora de voltar. Voltamos e confesso que me decepcionei. Não sei se a minha recordação era surreal demais ou se o restaurante não é mesmo top.

Eu não gostei do sabor do peixe e dos camarões, eu acho que eles não eram frescos, eram congelados, apesar de parecer impossível por ser um restaurante praiano. O atendimento é bem legal, a variedade do cardápio é diversa e a visão, maravilhosa. Já o valor, achei mediano para um restaurante do tipo, cerca de R$250,00 para 4 pessoas, sem sobremesa, café ou entradas.

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É isso, meninas. Espero que tenham curtido o post.

Beijos,

assintsuy







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